Posto aqui esse álbum dessa excelente banda brasileira, que é mais uma que teve um único registro mas que considero como um dos mais bonitos e bem feitos que ouvi de bandas daqui nos últimos tempos. Com uma gravação acima da média, músicos de alto nível e canções melodiosas e criativas, Grandbell cativa logo na primeira ouvida . A banda possui ótimas influências que vão desde Genesis, Caravan à Yes, que por sinal é a mais evidente principalmente pelo timbre do vocalista que é extremamente parecido com o do Trevor Horn, que cantou no álbum ''Drama''; Não deixem de obtêr!
Formação:
Renato Jardim - Vocais/violão;
Danté Junior - Guitarra;
Filipe Lua - Bateria;
Henrique Kunz - Teclados;
Juliano Pereira - Baixo;
Roberto Reolon - Flauta/ teclados;
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Blog feito para aqueles que apreciam bons livros, filmes e boa música, nos mais variados estilos, seja heavy metal,hard rock, classic rock, progressivo, jazz fusion, soul, etc. Para aqueles que buscam algo novo ou bandas que, apesar da qualidade e competência não tiveram o reconhecimento merecido.
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terça-feira, 30 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
George Orwell - 1984
Eric Arthur Blair, escritor inglês mais conhecido como George Orwell escreveu essa obra visionária e antológica, onde trata das relações políticas e do controle total do estado na sociedade. O livro foi lançado em 1949, mas se torna de certa forma profético na medida em que se encaixa perfeitamente na sociedade atual. É o tipo de leitura indicado à todos que têm tanto uma percepção diferenciada quanto cultural, e para os que querem abrir a mente além da aculturação exposta pelos meios de comunicação convencionais. Confira e comente!
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quinta-feira, 11 de abril de 2013
Freeway - Riding high (1975)
A Austrália sempre foi berço de várias bandas extremamente competentes nas mais variadas esferas do rock 'n' roll, e como não podia deixar de ser, temos mais uma trilhando esse caminho. Freeway, apesar de ter somente um registro, mostra nesse álbum uma mistura cativante de classic rock, blues, psicodelia e southern, onde o resultado é um álbum muitíssimo raiz e verdadeiro, que a cada riff nos convida a admirar cada faixa e suas peculiaridades.Não deixe de conhecer.
Formação:
Frank Chic - Vocais/percussão;
Steve Welch - Guitarra;
Criston Barker - Baixo;
John Grant - Teclados/clarineta;
Bill Lincolin - Bateria;
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Formação:
Frank Chic - Vocais/percussão;
Steve Welch - Guitarra;
Criston Barker - Baixo;
John Grant - Teclados/clarineta;
Bill Lincolin - Bateria;
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segunda-feira, 25 de março de 2013
Gypsy - In the garden (1971)
Essa banda americana, apesar de não ser muito conhecida do grande público nos presenteou com 5 ótimos álbuns, sendo especialmente os dois primeiros na minha opinião os melhores. O referido álbum no caso é o segundo, e mostra toda a capacidade das banda em compôr canções extremamente agradáveis e bem estruturadas e com backing vocals bem trabalhados, onde você poderá encontrar traços de bandas como Santana, Steely Dan, Eagles e Fantasy. É o tipo de banda que depois de ouvida, torna-se para que gosta do estilo uma referência. confira!
Formação:
James Walsch - Teclados/vocal;
Enrico Rosenbaum - Guitarra/vocal;
James Johnson - Guitarra/vocal;
Willie Weeks - Baixo;
Bill Lordan - Bateria;
Joe Lala - Percussão;
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Formação:
James Walsch - Teclados/vocal;
Enrico Rosenbaum - Guitarra/vocal;
James Johnson - Guitarra/vocal;
Willie Weeks - Baixo;
Bill Lordan - Bateria;
Joe Lala - Percussão;
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terça-feira, 19 de março de 2013
Fatal Fusion - Land of the sun (2010)
O principal motivo do primeiro álbum dessa excelente banda norueguesa chamar tanta atenção é justamente o uso da simplicidade, do bom senso e do som bem vintage(sobretudo nos timbres dos instrumentos) bem como as ótimas influências de bandas clássicas como Led Zeppelin, Deep Purple e Uriah Heep, onde mesclam com naturalidade músicas mais curtas e com doses de groovie na linha art rock e outras mais longas com temas e climas mais voltados para o progressivo. Outro diferencial é o timbre do vocalista, que lembra muito o estilo de Jony Moreno do The Soulbreaker Company. Uma grande promessa!
Formação:
Knut Erik Grontvedt - Vocal;
Stig Selnes - Guitarra;
Lie Lasse - Baixo;
Audun Engebretsen - bateria;
Erlend Engebretsen - Teclados;
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Formação:
Knut Erik Grontvedt - Vocal;
Stig Selnes - Guitarra;
Lie Lasse - Baixo;
Audun Engebretsen - bateria;
Erlend Engebretsen - Teclados;
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sexta-feira, 15 de março de 2013
Cláudio Dantas (Quaterna Requiem) : Entrevista
Iniciando nossa série de entrevistas, temos a participação do músico e pintor Claudio Dantas, baterista da banda de rock progressivo Quaterna Requiem, uma das mais proeminentes e uma referência no cenário do estilo aqui no país.
- Primeiramente aquela pergunta clássica: quando e como a banda foi formada?
Em
1986 um grupo de amigos de longa data que sempre gostaram de música e
principalmente de Progressivo finalmente se reuniu pra tocar, pois éramos
músicos amadores; entre eles, Claudio Dantas e Jones Jr. Eram composições próprias mas ainda bastante
‘primitivas’, apesar de que algumas inspiraram várias composições posteriores.
- De quem foi a idéia do nome e o por quê da escolha?
A
idéia foi minha, pois eramos 4 engenheiros que nos reuníamos pra ter prazer em
tocar; o propósito de Quaterna Requiem –
‘o repouso dos quatro’.
- Desde o álbum ‘’Velha gravura’’ vocês só lançaram mais dois álbuns apenas; Esse grande espaço entre os lançamentos aconteceu por que motivo?
Bom,
entre eles temos o Wiermann & Vogel e o DVD. O problema é que apesar de todos na banda
serem músicos profissionais atuantes (exceto eu que vivo da pintura), não dá
pra viver de Progressivo no Brasil.
Assim, temos sempre que priorizar os trabalhos ‘sustentáveis’ em detrimento
do trabalho com o QR.
- Por falar em ‘’Velha gravura’’ vi que há uma versão remasterizada do álbum atualmente; Isso foi uma iniciativa de vocês por acharem alguma deficiência na mixagem , masterização ou quiseram fazer por outro motivo, como por exemplo uma adição de faixas bônus, etc?
Pra
dizer a verdade, não conhecemos esta versão... há algum pirata por aí... Mas
por acaso estamos realmente remasterizando o Velha Gravura a partir das fitas
originais que conseguimos recuperar. A
razão principal é que houve muita perda de ganho, fidelidade de timbres e graves quando da confecção do CD. Com o Quasimodo, além de remasterizar estamos
remixando – está ficando com a qualidade técnica d’O Arquiteto, é quase outro
trabalho...
- Como foi o retorno do violinista Kleber Vogel á banda? Ele somente participou do novo álbum ou continuará como membro fixo?
Sempre
fomos muito amigos e o retorno dele era mais do que esperado por nós. Esta formação atual é a ‘titular’ definitiva.
- Como uma banda com grande tempo de estrada e fazendo uma música que requer muito tempo de dedicação e ensaios consegue chegar até hoje na ativa e com tanta motivação apesar das dificuldades e quais seriam elas?
Simplesmente
por amor a música. É mais forte do que
nós – precisamos fazer. O retorno que temos em termos de contatos, comentários
e a energia de um show pagam qualquer preço.
Em
termos de dificuldades, são praticamente as mesmas de qualquer trabalho de
qualquer estilo que não seja de massa.
Conhecemos muitos amigos músicos de jazz, instrumental, MPB que têm os
mesmos problemas. Não podemos hoje nem
reclamar muito de divulgação, pois com a Internet e as redes sociais isto é
mais fácil e democrático. O que sentimos
é uma certa ‘preguiça’ das pessoas em comparecer aos shows além dos Downloads
terem prejudicado muito a vendagem dos CD’s.
- Atualmente, quais as bandas que tem chamado a sua atenção no estilo aqui no Brasil e o que tem escutado atualmente?
Toda
banda que tem trabalho autoral e ‘coragem’ pra ser Progressiva merece nosso
respeito; Tempus Fugit, Blue Mamooth,
Panaceah e muitas outras em atividade.
- Muitas excelentes bandas não tiveram seus nomes devidamente reconhecidos ou caíram no anonimato; Qual a sua visão da atual cena do rock progressivo no Brasil?
Vejo
muitas bandas de boa qualidade surgindo – mas é como passar no vestibular, o
problema é permanecer. Quem tiver
perseverança e qualidade certamente será reconhecido.
- Atualmente tenho visto muitos blogs que postam bandas nacionais de prog para download. Até que ponto o papel delas é positivo ou negativo ?
Obviamente,
o positivo é a divulgação e o negativo é que a principio para cada download
vendemos menos um CD. Mesmo os medalhões
estão sentindo.
Infelizmente
o que sinto em relação aos downloads é que parece que o jeito de ouvir é tão
veloz quanto; não há muita paciência pra se curtir realmente um trabalho. Fico imaginando que Close to the Edge, Brain
Salad Surgery, Foxtrot, etc são tão merecidamente cultuados hoje porque ouvíamos
com total atenção, era quase um ritual ouvir um disco novo e até hoje descubro
novas ‘viagens’ nestes e tão outros trabalhos deste nível.
- Cláudio, me diga como foi o processo de gravação do novo álbum e como tem sido a aceitação do público em geral.
Diferentemente
dos outros, quando nos reuníamos em estúdio na base de Miojo até finalizar a
gravação, mixagem, etc, n’O Arquiteto gravamos todas as bases com um teclado,
bateria e baixo no Estudio Hyt e depois cada um colocou sua parte em casa. Periodicamente nos reuníamos pra ouvir os
resultados; finalmente todos se reuniram
novamente no estúdio pra mixagem e masterização. Acredito que a qualidade técnica deste
trabalho ficou bem superior aos outros devido a este acompanhamento de perto em
todas as fases.
- Ao ouvir o novo álbum ‘’O arquiteto’’, pude notar alguns elementos com influências diversas, como por exemplo nos minutos finais da faixa ‘’Suite o arquiteto IV - Gaudi’’ onde o teclado faz um arranjo bem reggae, e em ‘’Suite o arquiteto V – Niemeyer com uma levada bem na linha do baião. Isso de sair da influência mais erudita , a qual é uma característica marcante de vocês, foi algo somente para se adequar à temática do álbum ou será incorporado nas próximas canções?
O
motivo principal claro foi a adequação ao tema da suíte, já que ela abrange uma
gama muito variada de estilos e épocas.
Mas também é muito saudável viver experiências novas. Acho O Arquiteto muito rico neste sentido; um
ênfase maior na guitarra do Crivano também é um ponto positivo do trabalho.
Voltando
a pergunta anterior, acho que estes são pontos que influenciaram na
extraordinária aceitação do trabalho; o comentário mais constante é que dá
vontade de ouvir de novo quando termina.
Pra nós isto é maravilhoso!
12. Para finalizar, gostaria que
deixasse uma mensagem a todos membros do blog fans de rock progressivo e do
Quaterna Réquiem:
Em
primeiro lugar, agradeço a você pela força e pela honra de estar em seu
blog. Aos amigos que amam o Progressivo
como nós peço que não deixem a chama apagar e ouçam sempre os novos trabalhos como
toda forma de arte deve ser apreciada.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Bloodrock - Whirlwind tongues (1973)
Pense numa banda que têm uma mistura de Jethro tull, principalmente nas partes de flauta e certas linhas instrumentais, e do Kansas nas construções melódicas, nos refrões e até mesmo no estilo de voz do excelente vocalista Warren Ham. As músicas dessa banda americana mantém o alto nível do início ao fim do álbum, com muita personalidade e bom gosto em cada passagem. Para completar ainda tem uma versão para ''Eleanor Rigby'' do Beatles que ficou genial. Imperdível!
Formação:
Warren Ham - Vocais/flauta;
Nick Taylor - Guitarra;
Ed Grundy - Baixo;
Steve Hill - Teclados;
Rick Cobb - Bateria;
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Formação:
Warren Ham - Vocais/flauta;
Nick Taylor - Guitarra;
Ed Grundy - Baixo;
Steve Hill - Teclados;
Rick Cobb - Bateria;
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