Clive Barker é de Liverpool, nascido em 5 de outubro de 1952; é um escritor, cineasta, roteirista, ator, produtor de cinema, artista plástico e dramaturgo inglês. Um dos mais proeminentes ícones tanto da literatura como do cinema no estilo suspense/terror; Suas obras são carregadas de climas densos e de personagens que misturam o subrenatural, o obscuro e personalidades de caráter duvidoso em sua maioria. Nesse livro mostra com clareza como é o mundo do glamour por trás das mansões e roupas caras, um mundo egoísta, frio e cruel, onde o que mais importa é estar sempre belo e no ápice.
Ele impressiona tanto pela falta de brio de muitos personagens como pelas atitudes egoístas que nos fazem pensar até onde a fama , poder e dinheiro influenciam na moral de cada indivíduo. Outro aspecto interessante é a forma natural em que une a trama e traça um paralelo entre beleza , decadência bem como solidão e velhice, onde a busca pela imortalidade e o poder dão a tônica do livro. Outro aspecto que chama a atenção é a relação simbiótica entre os espíritos e demônios onde destila boa dose de luxúria e maldade. Para quem ama esse tipo de literatura e ainda não conhece ou não leu, não pode deixar de obter mais essa sensacional obra desse gênio do estilo!
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Blog feito para aqueles que apreciam bons livros, filmes e boa música, nos mais variados estilos, seja heavy metal,hard rock, classic rock, progressivo, jazz fusion, soul, etc. Para aqueles que buscam algo novo ou bandas que, apesar da qualidade e competência não tiveram o reconhecimento merecido.
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quarta-feira, 1 de novembro de 2017
terça-feira, 24 de outubro de 2017
Moth Vellum - Moth vellum (2007)
Moth Vellum é uma banda de Prog sinfônico americana que tem a sua estréia nesse álbum homônimo de 2007. Com um som bem trabalhado e refinado, transitam tanto por bandas setentistas ( Genesis, Yes e Camel ) como por bandas mais novas ( Moon Safari, Mystery e Glasshammer). Pontos altos são a afinação e plasticidade da voz do baixista bem como os backings, os climas e harmonias belíssimas do teclado e uma bateria e baixo bem coesos na dinâmica e andamentos; Fora isso, a capa é de uma criatividade ímpar e simples, o que faz desse primeiro e único álbum um pressagio de que muito mais tesouros dessa incrível banda venham por ai!
Formação:
Johannes Luley - Guitarra;
Tom Lynham - Teclados;
Matt Swindells - Bateria/vocal;
Ryan Downe - Baixo/vocal;
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Formação:
Johannes Luley - Guitarra;
Tom Lynham - Teclados;
Matt Swindells - Bateria/vocal;
Ryan Downe - Baixo/vocal;
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segunda-feira, 25 de setembro de 2017
Bones - Waiting here (1973)
Inicialmente esses Californianos chamavam-se The Peppermint Trolley Company, mas devido ao rompimento em 1969 com a gravadora Acta records mudaram o nome para Bones, numa alusão a uma obra do escritor Erle Stanley Gardner. No caso o referido álbum é o segundo e último da banda, o qual nos apresenta uma sonoridade que mescla tanto o classic rock, soul e blues, fazem com maestria essa mistura com canções bonitas, agradáveis, cheias de personalidade e climas variados; Os vocais hora mais rascantes hora mais melodiosos bem como os backings perfeitos são um dos pontos altos desse álbum; outro diferencial é a incursão dos instrumentos de sopro no momento certo para cada música; Mais uma pérola a ser conhecida!
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quinta-feira, 17 de agosto de 2017
Discipline - Push & profit (1994)
Os Estados Unidos nunca tiveram a mesma tradição em termos do rock progressivo quanto outros países europeus segundo muitos costumam comentar; Apesar disso há várias bandas da terra do Tio Sam que desmentem esse estigma, mas que infelizmente tiveram pouca notoriedade no mainstream a não ser por umas pouquíssimas bandas. Um bom exemplo disso é o Discipline , que é conhecido e cultuado pelo público que busca bandas mais obscuras, como é o meu caso. É o tipo de banda que consegue fazer um som extremamente rico e trabalhado. com influências tanto de Van Der Graaf Generator, Pink Floyd, Gentle Giant à Beatles mas ao mesmo tempo com melodias marcantes, belas e com certeiras incursões de saxofones e violinos em momentos chave de algumas faixas. Ouçam e baixem sem medo!
Formação:
Matthew Parmenter : Vocal/guitarra/violino/teclados;
Jon Preston Bouda : Guitarra;
David Krofchock : Teclados;
Matthew Kennedy : baixo;
Paul Dzendzel : Bateria;
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Formação:
Matthew Parmenter : Vocal/guitarra/violino/teclados;
Jon Preston Bouda : Guitarra;
David Krofchock : Teclados;
Matthew Kennedy : baixo;
Paul Dzendzel : Bateria;
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sexta-feira, 21 de julho de 2017
Faith (1973)
Essa banda Americana do estado de Indiana, como não podia deixar de ser aqui no blog, é mais um dos inúmeros casos de bandas excelentes que não tiveram notoriedade devida. Faith lançou nos seus seis anos de vida 5 álbuns, sendo o postado no caso o primeiro; O som é bem legítimo e raiz, com muita dose de energia e groovie, onde há traços de estilo de seus contemporâneos como o Grand Funk Railroad, Spooky Tooth, Trapeze e até mesmo Led Zeppelin em determinados momentos de algumas canções. Destaque para a voz poderosa e bonita de Carl Storie e a criatividade do tecladista/saxofonista John Cascella. Uma banda com energia e musicalidade que vai agradar a todos os fâns do classic rock dos 70`s.
Formação:
Carl Storie : Vocal/gaita;
David Bennett : Guitarra;
Mark Cawley : Baixo;
John Cascella ; Teclados/saxofone;
Dave Barnes : Bateria;
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Formação:
Carl Storie : Vocal/gaita;
David Bennett : Guitarra;
Mark Cawley : Baixo;
John Cascella ; Teclados/saxofone;
Dave Barnes : Bateria;
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quarta-feira, 28 de junho de 2017
Galaxy-Lin - "G" (1975)
Dentre as várias bandas homônimas de países como U.S, Alemanha e Suiça, a referida banda proveniente da Holanda se destaca não só apenas por ter o nome "Lin" compondo o nome, mas também pela formação diferenciada com dois bandolins, saxofone e flauta. A sonoridade do Galaxy-Lin transita tanto pelo jazz fusion e folk como pelo próprio progressivo em certos momentos; O belo timbre e competente interpretação do vocalista é um diferencial, bem como a execução primorosa dos demais instrumentos sem excessos e com temas marcantes, sobretudo pelo principal nome da banda, o guitarrista e compositor Robbie Van Leeuwen (ex-Shocking Blue). Um álbum único e imperdível!
Formação:
Rudy Bennett ; Vocal;
Robbie Van Leeuwen : Bandolim/vocal;
Hugo Van Haastert: Bandolim/vocal;
Derek Remelink : Sax/Flauta;
Peter Wassenaar : Baixo;
Peter Rijnvis : Bateria;
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Formação:
Rudy Bennett ; Vocal;
Robbie Van Leeuwen : Bandolim/vocal;
Hugo Van Haastert: Bandolim/vocal;
Derek Remelink : Sax/Flauta;
Peter Wassenaar : Baixo;
Peter Rijnvis : Bateria;
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terça-feira, 6 de junho de 2017
Magic Bus - Phillip the egg (2017)
Volta e meia escuto algum saudosista de plantão dizer que após os anos setenta nada mais de qualidade foi criado, o que é um ledo engano. Uma prova disso é o último álbum dessa sensacional banda Inglesa, que nos traz um som de alto nível e totalmente calcado justamente nos 70`s; Magic Bus tem uma sonoridade bem "bucólica" e bonita, onde podemos notar influências de bandas Como Caravan e Grateful Dead dentre outras, onde usam com maestria teclados e vocais muito bem encaixados bem como incursões de flauta na medida certa. Isso é prova mais que cabal que até hoje tem sido produzida muita música de qualidade, bastando apenas que a pessoa se interesse em pesquisar nas redes sociais e sites especializados e saia da zona de conforto de ouvir sempre a mesma coisa.
Formação:
Paul Evans : Vocal/guitarra;
Terence Waldstradt : Guitarra;
Jay Darlington : Teclados;
Wihll Mellorz : Baixo;
Viv Goodwin-Darke : Flauta;
Mitch Pike : Bateria;
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Formação:
Paul Evans : Vocal/guitarra;
Terence Waldstradt : Guitarra;
Jay Darlington : Teclados;
Wihll Mellorz : Baixo;
Viv Goodwin-Darke : Flauta;
Mitch Pike : Bateria;
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